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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

just bad news, bad news, bad news

Hoje, feliz e sorridente, fui abrir minha caixa de e-mails e me deparo com:

A Universidade Federal do Paraná decidiu prorrogar por mais uma semana a suspensão das aulas de todos os seus cursos de graduação e pós-graduação, em decorrência da epidemia de gripe A (H1N1). Inicialmente previsto para a próxima segunda-feira (10/8), o retorno às aulas está adiado para o dia 17 de agosto.

E não é que eu não goste de férias. Mas é só que metade dos meus amigos viajou daqui e eu ainda fico pensando na encurtada que minha férias de dezembro vão sofrer, sem mencionar os professores que, quando/se voltarem as aulas algum dia, vão querer férias de todo jeito e vão correr (rápido feito foguete) com a matéria.

Sem mais para o momento,


quarta-feira, 5 de agosto de 2009

permanecendo em repouso

Forças não são aplicadas no sentido de me fazer sair de casa. Tem muita coisa pra se fazer sem tirar o pé da porta: não que eu necessariamente as faça. Tou passando mais tempo na cama do que se estivesse gripada, e nem acho isso ruim.

Laptop no colo: sites de fotografia, músicas, episódios de Big Bang Theory, vídeos engraçados no YouTube. Além disso, os travesseiros. Ah, os travesseiros.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

férias do porco

Voltar pra Curitiba por causa do início do semestre - embora já atrasada em uma semana - numa segunda-feira de manhã e descobrir, na quinta de manhã, ao chegar em frente à sala de aula, que as atividades na universidade foram suspensas por causa da tal gripe suína pelo menos até dia 10 de agosto, me fez ficar fuuuuuuuuuuuu.



Porque, óbvio, eu poderia estar em Natal até agora, curtindo umas férias extendidas, cuidando do meu gato recém-cirurgiado, saindo com amigos que eu passo os meses letivos sem ver, assistindo aos programas dos canais de tv a cabo e refazendo o exame prático do DETRAN (porque eu não passei de primeira e tal).

Mas o que se há de fazer, não é mesmo, minha gente? Eu não sou culpada pela histeria coletiva alheia. Acho essa história de H1N1 um exagero danado, sensacionalismo pra desviar a atenção de coisas mais importantes. É claro que eu não vou sair por aí colando em quem estiver espirrando, assim como nunca fiz qualquer que fosse o tipo do resfriado. Lavo as mãos - como sempre fiz - porque tenho higiene e não deixo de conviver com as pessoas. Quantos morrem todo dia de tantas outras doenças e ninguém tá nem aí? Nem quero falar sobre isso, porque me irrita de leve. Sinto ganas de dar uma voadora nas pessoas que ficam andando por aí o dia inteiro de máscara, como se um negócio daquele com validade de apenas 2h e abafando na sua cara fosse ter serventia prática. Enfim.

Fato é que, bem, estou aqui curtindo a doce sensação de vadiagem. Dormindo até que o sono acabe, vendo filmes e seriados, bem devagar mas sempre arrumando a bagunça no apartamento. Combinando programinhas light com os amigos que não viajaram, conversando besteira, comendo cachorro-quente ou pizza, jogando Monopoly até que os roubos se tornem insustentáveis.

Hoje vou, pela primeira vez desde que cheguei, encarar uma aglomeração: encontrar um amigo que não vejo há tempos e ver Inimigos Públicos no cinema. E nem sei se conta muito, considerando que é um shopping pequeno, hoje é segunda-feira e as pessoas devem estar sendo vítimas do seu medo, cada uma em suas casas.